quinta-feira, 3 de março de 2011

Foi Assim...

Quando tudo parece distante, ali é que acontece! As linhas de trem que se cruzam, as tempestades em dias de sol, o tempo que voa, e no menos perceber, já se foi o dia! É a vida que corre, o destino que trabalha, os astros que se alinham, os sinais que se fecham, que se abrem, que se fecham... Foi cada desencontro que fez eles se existirem! Talvez alguns segundos a mais de conversa impediriam um acidente, um pouco mais de chuva, e aconteceria um acidente! Mas tudo foi como tinha que ser, na mais profunda beleza do acaso! Talvez se ele saísse um pouco mais de casa, se andasse mais pelo bairro, se esquecesse um pouco os problemas, talvez! A festa podia ter 12 pessoas, e eles não se encontrarem, 1.200.000 pessoas, e eles se esbarrarem. Ele não a viu, ela viu. O ônibus cheio, ou vazio... Eles não se encontraram! Poderia ser diferente, porque não? Basta apenas uma chance para acertar, ou duas, ou três... Tudo cooperara! Mas foi preciso duas noites, uma manha e duas noites, pros olhares deles se cruzarem. Ah! Então isso explica a festa, o ônibus, o dia, as noites! Explicaria se não fosse impossível explicar o inexplicável (há quem diga que é questão de opinião, talvez até eu mesmo...). Eles simplesmente se olharam. Ah! Isso justifica as linhas, as tempestades, o tempo que passa depressa! Talvez sim, talvez não. nada acontece por acaso, também nada tem motivo pra acontecer!(“sem motivos nem objetivos”...). Paradoxalmente estranho, e bonito, e incrível [...] E o fim? Ah! Vai depender dos sinais, dos astros, do destino, da vida. Independerá! Talvez nem eu tenha entendido, mas foi assim que aconteceu.

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